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Strategy Engineering

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SEM DAB ou HDRADIO! O rádio digital será intuitivo nas telas dos carros elétricos no Brasil e será por streaming sem alterações nos transmissores

A proposta que apresento nem sequer exige investimentos milionários. Teremos o rádio digital por meio de uma simples atualização de software, sem a necessidade de aquisições exorbitantes de novos transmissores. Além disso, a cobertura tende a ser significativamente mais eficiente do que a das emissoras analógicas em FM, AM ou ondas curtas , com qualidade de áudio estável e consistente.

E existirem duas modelos, um modelo de rádio digital que exige que a emissora tenha transmissor digital e exige que sua antena como ouvinte consiga sinal suficiente dela concorrendo um rádio ip digital que você conta o sinal digital da sua emissora, não dela, mas qualquer emissora do mundo em 95% do território ocupado por população no Brasil? O que vai ser preferido? Um sistema com alcance de 30 km de poucas rádios ou um sistema que sua rádios pode ser ouvida de qualquer cidade do Brasil, não é só mais outras do mundo todo?

O Brasil, sou categórico, o Brasil não adotará um modelo que imponha esforço econômico relevante aos radiodifusores para uma transição digital. Em outras palavras, não haverá exigência de substituição de transmissores por equipamentos específicos de modulação digital. Da mesma forma, não se demandará do público a compra de receptores dedicados. O caminho será o mais natural possível, um processo que, na prática

Com a crescente presença de veículos digitais, que nada mais são do que computadores conectados à internet, o rádio digital a alternativa mais simples e economicamente viável: o streaming. As telas desses carros, especialmente nos modelos elétricos que hoje registram forte crescimento de vendas no Brasil, já permitem plenamente a operação de rádios digitais via IP.

Sim, a compra muitas vezes já inclui no pacote 24 meses de internet. Como a central multimídia do carro nada mais é do que um computador integrado ao veículo, ao usuário e à internet, proporcionar uma experiência de rádio com melhor qualidade, sintonizando o streaming da emissora preferida em vez de depender de um sinal FM instável, mesmo dentro da área de cobertura, será algo absolutamente natural.

Da mesma forma que hoje já esquecemos os antigos chuviscos da TV analógica em um passado não tão distante, não há no Brasil qualquer modelo de alto custo que consiga competir com o crescimento muito mais acelerado, barato e intuitivo do rádio via IP.

E, se a pergunta é por que não falei do rádio nas residências, a resposta é ainda mais simples. No Brasil, quando se ouve rádio em casa, isso ocorre majoritariamente pelo celular. Não porque o aparelho tenha receptor de FM, muito menos de AM, mas porque as pessoas estão altamente habituadas ao aplicativo RadiosNet, que funciona como um amplo catálogo por cidade e por estilo, reunindo emissoras do Brasil e do mundo.

Já começamos a ter gerações que sabem buscar sua rádio diretamente no aplicativo, mas teriam dificuldade em encontrá la no dial. Nesse contexto, o dial tende a ser percebido como menos prático e com pior qualidade de áudio.



Quando a “Alexa” se tornar padrão nos carros, ela vai optar pela alta qualidade do seu streaming, não pelo seu sinal FM com chiados. Sua rádio está preparada?

  • No Brasil, aproximadamente 92% da população utiliza a internet, enquanto cerca de 95% vive em áreas com cobertura de rede móvel. Desse total, aproximadamente 65% já tem acesso à cobertura 5G.

    Além disso, mais de 99% das pessoas que possuem automóvel têm acesso à internet móvel, seja diretamente no veículo ou por meio do smartphone.

    “Na prática, o RÁDIO DIGITAL nos carros já está disponível para praticamente toda a população motorizada NO BRASIL.”


    Mas isso não é rádio digital!

    Tem certeza que não? O sinal 4G e 5G é um sinal eletromagnético de rádio, e tudo o que é transportado nessa transmissão é digital. O que temos é uma transmissão via rádio de conteúdo digitalizado e, mais importante, o áudio muitas vezes é superior ao de muitas emissoras em DAB ou DRM que ainda optam por baixas bitragens.

    Ouça esse trecho!

Sim, pode ser o som da sua rádio, sem chiados, com maior faixa de frequências, mais agudos e graves do que é possível ouvir no FM.


Você entra no carro e pede para a “Alexa”, em um futuro próximo, tocar a Jovem Pan. Em seguida, é esse som que você vai ouvir:


Você ouve a Jovem Pan e pensa que, basicamente, a única mudança foi o comando de voz, dispensando o uso das mãos para sintonizar. Mas, na verdade, não foi só isso que aconteceu.

Perceba: não há chiados. As bandas parecem tocar com mais instrumentos. As guitarras soam com agudos mais brilhantes, e o contrabaixo ganha mais peso e definição.

Então surge a pergunta: qual é a lógica de ouvir, em bairros cercados por prédios e já a alguns quilômetros dos transmissores, um som com chiados e cortes, ou pelo menos abafado pela perda de informações da onda de rádio, se a mesma emissora pode ser ouvida com muito mais qualidade, sem chiados e com nitidez muito superior?

E não, não estou falando de ouvir a Jovem Pan em HD Radio, DRM ou DAB, isso sequer existe como perspectiva real no Brasil.

Na prática, mesmo sem Alexa nenhuma, você já pode ouvir a Jovem Pan exatamente com essa qualidade hoje.


Se você tem um celular e o rádio do carro tem bluetooth, então você já tem várias rádios digitais para ouvir, com alta definição que supera a qualidade de rádios DAB ou DRM. Isso acontece pelo simples fato de estarem operando com mais de 60 kbps em AAC+, sem necessidade de configurações mais baixas.

Nessa situação, é você quem opta por ouvir a Jovem Pan via streaming e não pelo FM. Você continua ouvindo a rádio, mas não por uma transmissão analógica, e sim digital. No entanto, no futuro, as pessoas vão ouvir a versão digital achando que estão ouvindo o FM tradicional, quando na verdade estarão no streaming.

Você pode perguntar: como isso vai acontecer?

A resposta é simples. Os carros estão cada vez mais com centrais de mídia que funcionam como verdadeiras Alexas. O usuário apenas vai dizer qual rádio quer ouvir. Sabendo que o som do streaming é superior e sem chiados, essa Alexa não vai perguntar se você quer ouvir a Jovem Pan pela antena FM ou pelo streaming. Ela simplesmente vai escolher o streaming.

A central não vai optar por um sinal analógico sujeito a interferências. Hoje, qualquer capital já conta com boa cobertura de redes 4G e 5G. Na prática, você estará ouvindo o streaming, e o ouvinte vai se apaixonar por essa qualidade sonora.


Perfeição sonora, desde que:

O streaming tenha pelo menos 64 kbps em AAC+, com o áudio vindo da saída digital do processador de áudio. Não adianta fazer um streaming em 256 kbps MP3 se o áudio enviado pela rádio ao servidor for ruim. É necessário garantir qualidade desde a origem.

Prepare-se para essa realidade. Sua rádio está pronta para entregar excelência no streaming?


Essa situação que eliminou a fome de digitalização do rádio no Brasil

Não há interesse dos radiodifusores e "contratar" com custos com a novidade de um sistema digital de rádio, não há vontade de comprar transmissões por milhões e ainda torcer com forte incerteza para que ouvintes comprem caros e mais complexos rádio receptores só para ouvir o som digital da rádio DAB, DRM ou HD RADIO.

O ouvinte já tem acesso ao áudio de alto nível sem precisar comprar receptores de rádio digital, as rádio já transmitem áudio de alta fidelidade com qualidade superior a diversas rádios digitais pelo mundo, sim, pelo streaming, sempre ouço ao sair de casa, a tecnologia já é forte barreira de entrada para qualquer sistema digital, pois, está aí, tenho celular, plano de dados e central de media nativa do carro


Faz sentido pensar isso: “muitos ainda não sabem como ouvir o streaming da sua rádio no carro”?

Se alguém tem dificuldade para acessar o streaming no carro, pode ter certeza de que a barreira para essa mesma pessoa pensar em comprar um receptor HD Radio é muito maior. E esperar que a frota de veículos, aos poucos, passe a vir equipada com esses receptores nativos é um processo lento, que já nasce atrás de qualquer solução baseada em assistentes de voz.

E isso nem precisa de muito esforço para entender: uma solução tipo Alexa embarcada no carro é muito mais desejável do que um equipamento dedicado apenas a rádio digital.


Porque, na prática, uma central multimídia inteligente no carro oferece:

  • Rádio digital local

  • Rádio digital nacional

  • Rádio digital internacional

  • Dial infinito

  • Mídias além do rádio, como YouTube, Spotify, entre outras


Não há disputa real aqui

O modelo disruptivo não vai chegar para atrapalhar a adoção do rádio digital no Brasil, ele já está presente. E, mais do que isso, ele reduz o próprio incentivo para a implantação dos modelos tradicionais de rádio digital.


Qual dessas  exatamente é impossível de ouvir no seu carro?



Não consegue ouvir as rádios acima? Tem certeza? Até mesmo esse modelo básico de carro torna possível ouvir qualquer uma dessas emissoras, em qualquer lugar do Brasil, e essas centrais multimídia integradas aos veículos vão, cada vez mais, facilitar o acesso ao rádio digital (via streaming), com alta qualidade de áudio.


Mas é muito complicado colocar streaming no carro, isso não vai se popularizar…

Bem, como acabei de dizer, as coisas estão se tornando cada vez mais intuitivas, e dar um comando de voz como “Carro, quero ouvir a Antena 1” é, sejamos sinceros, algo trivial. Isso já existe, e o carro simplesmente vai acessar o streaming de alta qualidade da Antena sem se preocupar com as oscilações do sinal FM da emissora



 
 
 

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