

Novo aeroporto de João Pessoa: caminho livre com a nova ponte
Um novo aeroporto do outro lado do rio Paraíba, localizado a apenas 5 km da Praia do Bessa e a 4 km da Praia do Jacaré Desde que vi...

Ricardo Gurgel
11 de set. de 20257 min de leitura





Um eventual projeto de Rádio CNN no Brasil tende a ser, na prática, uma cópia editorial da CBN, operando sob o pressuposto de que existe uma grande massa de ouvintes disposta a consumir jornalismo com viés antimercado.
O problema é que esse pressuposto ignora justamente o perfil que historicamente mais consome esporte e notícia em rádio: o público economicamente ativo, empreendedor e interessado em mercado. Renegar esse público faz com que o universo restante seja muito menor do que se imagina.
O nicho de ouvintes antimercado que gostam de rádio esportivo/jornalístico é reduzido e já está saturado.
Jornalismo percebido como antimercado e ideológico
A percepção predominante é de um jornalismo que:
Demoniza empresários
Naturaliza aumento de impostos
Trata o empreendedor como vilão
Flerta com um discurso moralizante
Projetos desse tipo normalmente carregam:
Grandes redações
Muitos contratos
Infraestrutura pesada
Redes nacionais
Enquanto isso, a monetização segue baseada em um mercado publicitário cada vez mais pressionado.
Confusão entre “marca forte” e “modelo viável”
CNN e CBN são marcas fortes, mas: Marca forte ≠ modelo sustentável
O esporte é vitamina, mas o viés antimercado é o veneno
O esporte salva em muitos momentos justamente porque não abre espaço para politização antimercado. Ele funciona como produto sensorial, emocional e direto.
Quando o viés antimercado domina, o mesmo produto passa a carregar um elemento tóxico que corrói audiência e mercado.
Não precisa ter bola de de cristal
Eu realmente acredito em números decepcionantes para a novata TMC, sobretudo quando comparados à sua antiga posição como Transamérica. A celebrada CBN é, sem dúvida, uma marca forte, mas, sinceramente, com uma audiência que não enche os olhos. E não adianta arregalar os olhos com o argumento de que seriam ouvintes de alto valor, elitizados, com opiniões que “guiam a nação”... Sério? Tá! (rindo internamente).
O tempo corre contra muitas das emissoras que não encararam a internet como ferramenta e, no máximo, lhe deram um papel de “streaminzinho”, ainda acreditando que seria pelo discurso da tradição e da h
Era literalmente inaudível ouvir rádios AM em estacionamentos subterrâneos de prédios residenciais, shoppings ou supermercados. Mesmo dentro de casa, uma instalação elétrica mais pesada já era suficie

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