

Novo aeroporto de João Pessoa: caminho livre com a nova ponte
Um novo aeroporto do outro lado do rio Paraíba, localizado a apenas 5 km da Praia do Bessa e a 4 km da Praia do Jacaré Desde que vi...

Ricardo Gurgel
11 de set. de 20257 min de leitura





Já há mais de uma versão tenho ouvido que manter uma emissora vinculada às obrigações de rede já não tem o mesmo brilho de antes. A pretendida operação de baixo custo vem perdendo o encanto da economia, já que essas emissoras acabam não respondendo com a mesma atratividade como produto para o setor comercial, sobretudo quando o foco está em um público muito jovem, que já apresenta uma parcela significativa desconectada do modelo tradicional de “rádio teen”. Isso preocupa, e com razão, aqueles proprietários que viam essa fórmula como um modelo de entrega quase automática.
O fato é que as coisas mudaram muito nos últimos dez anos, e de forma ainda mais profunda quando observamos um horizonte de quinze a vinte anos. A década mais recente foi, na prática, uma consolidação das previsões que já se desenhavam sobre o comportamento do público jovem. Não é surpresa para ninguém como hoje funcionam os movimentos de sedução da música junto aos adolescentes. Algumas das grandes redes iniciaram há algum tempo um processo de “mudança de faixa” etária e, em vez de perder posições, acabaram ganhando relevância.
É o que se observa, por exemplo, com a Jovem Pan, que vem tornando sua rede cada vez mais comunicativa e jornalística, ainda que mantenha um tom irônico e provocador. O futebol já se consolidou como um produto da rede News, o Pânico segue abrindo janelas com informações jornalísticas e preserva a liberdade de ironizar a rigidez de outros meios. Essa flexibilidade, aliás, contrasta com o discurso engessado, quase em modo “control C, control V”, que muitas vezes percebemos ao comparar algumas grandes emissoras all news.
Era literalmente inaudível ouvir rádios AM em estacionamentos subterrâneos de prédios residenciais, shoppings ou supermercados. Mesmo dentro de casa, uma instalação elétrica mais pesada já era suficie
Sabemos que cada emissora comercial de uma cidade opera em uma frequência diferente, e isso tem um motivo autoexplicativo: evitar a interferência mútua. Caso não houvesse essa separação, teríamos a de

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